daqui.

daqui.

o meu trabalho a tempo inteiro.

happy friday!

 

daqui.

imagem roubada com um beijo à cris.

inspiração necessária.

muito.

start doing…

“Merda da Wikipédia! Não faço ideia em que filmes entrou a Lana Turner. Escolhi Lana porque é bonito, tal como Del Rey. Não é uma ‘persona’. Inicialmente fazia arte – fazia os meus vídeos ao som de música clássica. Apenas arranjei um nome para o mundo musical que estava a construir”

(matthew kavan brooks)

o que é que vocês fazem para sair de uma rotina morosa e aborrecida?

hoje demorei uma hora e quinze minutos a sair da cama para ir trabalhar.

estava acordada e de dez em dez minutos carregava no snooze do alarme, virava-me para o outro lado e suspirava. sim, tive de começar a contabilizar esta minha inabilidade para me levantar de manhã nas horas a que marco o despertador, caso contrário já tinha sido despedida por chegar consecutivamente atrasada. gostava de, este ano, sair daqui para outro sítio (e para isso existem cvs, anúncios, candidaturas espontâneas que vão começar a fluir ordeiramente do meu email, em filinha indiana, para caixas de email onde vão ser certamente ignoradas e relegadas para montes de lixo cibernético, mas isso é só o meu eu negativista a falar, e uma costela do meu eu realista a dar de si), mas parece-me que isso vai demorar muitos meses, se é que o vou conseguir sequer.

tendo em conta uma certa falta de fundos que me permitissem tirar férias e ir viajar por aí (que era mesmo aquilo de que precisava), e a minha decisão de não fazer o que costumo sempre fazer nestas alturas (envolver-me com as pessoas erradas e meter-me em histórias que depois não levam a lado nenhum), fico sem ideias. vou ao cinema todos os dias? vou para casa por um caminho diferente de segunda a sexta-feira? inscrevo-me em aulas de alguma coisa? aprendo a costurar? proponho-me a experimentar todos os tintos alentejanos que existem até aos 10€?

como é que eu tiro o pedregulho em cima do peito que me faz ficar amarrada à cama todas as manhãs? como é que eu deixo de ter esta sensação de… é só isto que existe?

portanto, finalmente (espaço para um grande “praise the lord, halellujah, motherf*cker!”) acabei o mestrado. ontem fui defender a tese e depois de ver o meu rico trabalho ser (quase) completamente chacinado pelo arguente (“e tens uma gralha na pág. 5, e na pág. 24 não explicas esta sigla”) deram-me 16 e um sonoro parabéns à mestre.

 

 

próximo passo: ter aulas de espanhol!

até lá, ouvi dizer que as bainhas assimétricas vão estar na moda esta primavera / verão…

(anthropologie)

(zara)

embora eu esteja tão pobre como o cavaco (ah. ah. ah. ah. ah. ah.) e só tenha namorado os saldos e novas colecções à distância, faz-me bem massajar o cérebro com coisas destas, especialmente ao final do dia. oh well.

 

já aqui disse que adoro a série sherlock holmes? e este homem? benedict cumberbatch. uma mão-cheia de nome, mas não faz mal. à segunda todos precisamos de piscadelas de olho.

 

é como se nada mais existisse lá fora, a agência parece almofadada em algodão, as janelas meros expedientes decorativos… pfffffft.

 

adoro.

 

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