Archives for the month of: Setembro, 2008

The art of losing isn’t hard to master;
so many things seem filled with the intent
to be lost that their loss is no disaster.

Lose something every day. Accept the fluster
of lost door keys, the hour badly spent.
The art of losing isn’t hard to master.

Then practice losing farther, losing faster:
places, and names, and where it was you meant
to travel. None of these will bring disaster.

I lost my mother’s watch. And look! my last, or
next-to-last, of three loved houses went.
The art of losing isn’t hard to master.

I lost two cities, lovely ones. And, vaster,
some realms I owned, two rivers, a continent.
I miss them, but it wasn’t a disaster.

–Even losing you (the joking voice, a gesture
I love) I shan’t have lied. It’s evident
the art of losing’s not too hard to master
though it may look like (Write it!) like disaster.

* ou, simplesmente, algo de bonito para dias complicados.

deste blog brilhante, também.

quando nos faltam palavras para as nossas orações (no meu caso não necessariamente a deus, são mais dirigidas ao ar, quem quer que as apanhe saberá certamente o que fazer com elas. aliás, nem são orações, são mais pedidos, ou queixumes. vá, queixumes estará mais correcto). ou quando precisamos de saber (de relembrar) que, no fundo, estamos é muito bem, e se calhar essas orações / queixumes deveriam ser em nome de outros.

www.dear-god.net

[coisas do arco da internet, estas coisas, não sei o que achará a santa sé disto… eu, blasfema, alegremente me confesso]

* fim de semana será passado a trabalhar. não tenho energia para escrever. humpf.

o primeiro voo, sim. o segundo voo, não (senhor piloto: aterrar é devagar, sim? particularmente depois de uma hora de atraso no voo, e depois de 40 minutos recheados de barulhos estranhos, falhas de luz…)

hotéis de cinco estrelas: sim. eu podia viver assim. aliás, eu devia viver assim. ou pelo menos poder tomar um pequeno almoço destes todos os dias. e almoçar. sem problema.

degustações: está bem… vá, eu provo mais um pouco de sidra, e de enchidos (embutidos!), e de doçaria tradicional asturiana. se insistem… e também não me importo de ir almoçar a um hotel termal. mas foi injusto mostrarem-nos aquelas piscinas e depois ala que se faz tarde. humpf. eu dormi seis horas (se tanto) e merecia.

feira: pequenina. vantagem: faz-se bem a pé. desvantagem: “errr… então é isto?”

cansaço: algum. mas daqui a pouco jantar, na sidreria. já disse que sou fã? abençoadas maçãs.

para as astúrias. trabalhar.

trabalhar de dia (I foro internacional agroalimentario, iuuhu, estou tão contente) e trabalhar de noite, no hotel (vá lá que é de cinco estrelas, sempre ajuda), para tentar fechar a revista na sexta.

a noite passada, o dia de hoje, foram simplesmente…

:(

[suspiro]

“There comes a time in every girl’s life when she needs to take herself in hand and cheer herself up. For me, it’s generally about now each year, when the nights draw in and my birthday is imminent.

A fortnight in Anguilla would be just the ticket, but is sadly over-ambitious, so I am nothing if not resourceful closer to home. I turn for advice to the trashy magazines that I read when I’ve run out of trashy books. The path to happiness, they say in primary-coloured headlines, is paved with handsome men and buying things, preferably together. This is no help.

(…)

Why am I so shallow that there is a direct causal link between how much something costs and how much I like it? I blame my parents: they brought me up with a healthy appreciation of the finer things in life and an inability to earn a wage that could support it. They paid for an expensive education that has left me unable to add up, ignorant of almost everything and largely unemployable, or at any rate totally unsuited to a lucrative career as a banker. Why didn’t they beat me until fractions made sense?

aqui.

ligar ao meu sentimento de “bad days need pretty things” e entender que, afinal, esta coisa de ter escolhido uma área de trabalho tendo em conta somente o meu gosto e não o mercado de trabalho, resultando em eu estar regularmente falida a meio do mês, pode até nem ser culpa minha… damn you, pais que me apoiam em tudo!

:)

bad days need pretty clothes.

diane von furstenberg.