… valeu a pena pelo olhar dela, por reviver momentos de há muito, pessoas de há ainda mais, por conhecer outras, pelos martinis a um euro e meio, vinho tinto à discrição, ser vaiada com comentários bem humorados de cada vez que pedia uma imperial e não um fino [ofensa imperdoável lá por cima, ai, e não esquecer de beber com a mão esquerda, sempre, sempre], os presentes que ela adorou, os mms de certos momentos que aparentemente se me varreram da memória entretanto. quando tudo o resto corre mal, os amigos tornam sempre tudo melhor.