Esta escrita faz parte da minha identidade, é como se fosse uma espécie de impressão digital literária. Não quer dizer que não haja influências. Se calhar temos aqui um pouco de Somerset Maugham, um pouco de Isabel Allende, um pouco de Jeffrey Archer, um pouco de Eça [(2) Isto é, o mais descabelado e intragável pot-pourri da História da Literatura.], mas isso não é consciente. (…) Sinto-me à vontade com qualquer género, o que importa é que eu e o leitor tenhamos prazer [(3) Se o orgasmo for simultâneo, ainda melhor.]


aqui.


*muito menos quando se mete ao barulho a escrita – apenas a escrita – de josé rodrigues dos santos.