pensei mesmo nisso. ao telefone, pensei: aquilo podia ser bom. a sério. podia fazê-lo. podia admitir que sim, que quero estar, sem freios. poderia até mudar-me definitivamente – gasp! – e deixar de ter as amarras que sempre tive. mas depois uma discussão ocasional tornou-se algo impresso na minha mente até agora, por causa de uma simples frase: “é sempre isto.”

não, achava mesmo que não era sempre “isto”.

e volta o frio de achar que dás apenas tanto quanto queres dar sem te perderes.

e eu que estava quase a perder-me.