… ter tanto trabalho que literalmente se pára meia hora a pensar “mas por onde é que vou começar, caraças…”

… ter saudades da cama. sim sim sim. porque sim. ora.

… comer sortido húngaro e ser a melhor parte do dia.

… pensar repetidamente “mas a minha vida é só isto? mas a minha vida é só isto?”

… ter acessos em que se vai pegar no telemóvel e… pois, ele não está lá. e ter saudades dele, sim, e quê, pronto!

… olhar feita parva para a janela do escritório, da qual só se vêem copas de árvores, e pensar “que altura terão estas árvores…”, equacionando seriamente a hipótese de atirar algum dos coleguinhas lá para cima e ver enquanto caem [tenho uma costela de sádica]

… estar tão tão no lodo mas ver blogues como se não houvesse amanhã [então, e pode mesmo não haver]

… repetir mentalmente, ao som da melodia da rua sésamo “procrastinar… traz um amigo teu…”

… etcetera ad eternum parvoíces. enfim.