Archives for the month of: Agosto, 2009

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I don’t know who you think you are but before the night is through

I wanna do bad things with you.

I don’t know what you’ve done to me but I know thins much is true

I wanna do bad things with you

I wanna do real bad things with you.

aqui!

diz que é bonito por lá, as flores, as bicicletas, os canais, os museus, o queijo, os bolos… que regresses mais inteira, mais tu, mais feliz, ainda. por cá ficam as saudades.

tulips_holland

se clientes há que são bastante auto-suficientes, outros existem que precisam que eu seja mãe deles. já reparei que ser apenas babysitter não tem dado resultado e eles continuam a não enviar os materiais a tempo.

aquando entrada no metro, se ouvir a voz do condutor “é faxavor saírem que a composição está avariada”, não ir no metro que virá imediatamente a seguir, visto que esse estará tão cheio que certos senhores foram com a gravata do lado de fora. a dar a dar.

demasiadas bolachas de chocolate curam a melancolia mas dão dores de barriga. à brava.


adenda: comprar livros e revistas durante a hora de almoço só vai fazer com que se passe a tarde a olhar para o saco da livraria. em vez de, sabem, trabalhar.

e o reencontro duas semanas depois apaga todas as dúvidas que nasceram num entretanto temperado a sal e sol e a solidão, e naquela hora nada mais era que não os teus braços em mim, mas o depois surge sempre como uma adaga afiada, que se intromete nas tentativas de fazer com que fique tudo bem, tem de estar tudo bem, não tem?, quem diz que o amor só não chega, eu sei que digo isso mas porquê, tem de chegar, tem. dura, por favor. dura.

não sei se não será uma espécie de negação mas depois de algumas tentativas infrutíferas de mudar as coisas agora estou, de facto, à espera que elas mudem. costumo dizer que o período de setembro / outubro é o meu fim de ano, e depois de passar alguns meses a esforçar-me para que as coisas mudassem, quer no trabalho (hoje tive uma reunião num sítio onde gostaria de trabalhar e não fosse a minha directora estar lá também seria ver-me a zumbir pela sala “pick me! pick me!”), quer na minha relação, agora estou simplesmente à espera. para ver. ver se deu certo, ver se de facto está tudo bem. ou ver se, na volta, está tudo ainda pior.

entretanto arrumei o armário e, embora não tenha ainda esta colecção de sapatos, para lá estou a começar a caminhar (e entretanto, enquanto estou presa numa empresa de que não gosto, sempre posso ir acumulando saldo). continuo a acreditar que as arrumações são uma bela forma de terapia.

shoes

how-to-get-shot-by-sartorialistver the sartorialist e aqui.

… mais uma desculpa para eu ir às compras!