Archives for the month of: Novembro, 2009

 

erwin olaf.

pois, café e um jantar na trindade.

:)

tenho as melhores amigas do mundo: sempre me apoiaram enquanto eu quis manter a relação que tinha e rapidamente se desvanecia e, também, quando (finalmente) acabou (mesmo que o finalmente não implique que tenha sido sem uma enorme quantidade de dor, caramba), foram as primeiras a vilipendiarem, agradável e entusiasticamente, o meu agora ex. entre debates sobre os porquês de finais, meus e delas, nasceu uma lista de coisas que, sabem, não há muito a fazer, take it or leave it, sou mesmo assim, o universo é grande e alguém há-de gostar. enquanto não encontro esse alguém, falo no plural.

1. só me sinto verdadeiramente à vontade numa cozinha se for para ir lá buscar comida. não para cozinhar. não me sai naturalmente. posso fazê-lo, e faço-o diariamente (infelizmente para o meu estômago), e há ocasiões em quero mesmo (quando é para fazer bolo mármore, tarte de limão ou cheesecake, ou quando é para namorar, claro…). no dia a dia? um peso. um fardo. argh.

2. esta retiro da experiência de uma das minhas melhores amigas: não me ponham uma bacia na banheira para regar as plantas com a água fria que se desperdiça enquanto a dita não aquece porque, primeiro, eu reciclo de outras formas  e desastrada como sou tropeço na bacia e parto o pescoço e, em segundo lugar, ficam banidos da dita banheira para sempre. e não querem isso. trust me.

3. se eu estiver um mês à espera que determinado livro saia, quando me apanham a lê-lo finalmente, não incomodem. aliás, ofereçam-me o livro e vão sair com os vossos amigos nessa noite. sim, eu sou permissiva.

4. se eu me queixar da emel por me ter esquecido de pagar o parquímetro na rua do escritório, não me atirem à cara que havia um descampado perfeitamente saudável e sem emel para o meu carro a 700 metros e perguntem antes: “estavas de saltos não estavas? coitadinha, fizeste bem em estacionar ao pé da porta”.

5. abrirem caminho para mim na confusão do bairro alto: sim. sim. sim. muito grata. pago-vos a imperial seguinte.

6. quando vou a casa no fim de semana, ter alguém à minha espera em santa apolónia, no regresso, é algo que me faz profundamente feliz. especialmente se não tiver de ir sozinha até ao carro, carregada, mas tiver uns braços acolhedores logo quando o comboio pára. ui.

7. ensaiem comigo: eu (e qualquer outra mulher) nunca quero a resposta verdadeira à questão “achas que estou mais gorda?”.

8. haja alguém que um dia me ofereça um par de louboutins!

9. nunca me podem deixar cair. somos nós contra o mundo.

 

compreendo a questão do “fechar uma porta, abrir uma janela”.

mas onde está a janela, então? a paciência nunca foi o meu forte.

isso, e é segunda-feira, e o benfica perdeu.

[suspiro]

respiro cada vez melhor.

por outro lado, não sei quando o medo me vai largar.

bom, já é um começo.

(foto i can read)

 

And then I thought, the problem with men is that one can’t often tell very much about them from first sight – really, they should be bar-coded like biscuits, and one should be able to scan them for quality and (emotional) price.

 

in mrs. trefusis takes a taxi


just let me know where we go after the fall.

… como não ter aulas e aproveitar para ver o flashforward no axn, e ler o meu bolaño.

Christine 11/10/09

 

é a combinação dos amigos, do fim das arrumações, do sono posto em dia, de demasiado álcool a uma sexta-feira de madrugada, de sorrisos cúmplices.

Sittin’ in the mornin’ sun
I’ll be sittin’ when the evenin’ come
Watching the ships roll in
And then I watch ‘em roll away again, yeah

I’m sittin’ on the dock of the bay
Watching the tide roll away
Ooo, I’m just sittin’ on the dock of the bay
Wastin’ time