Archives for the month of: Abril, 2010

semana complicada, mas mais curta. tirei o dia de amanhã, e vou para o colo da família três dias. preciso de respirar.

banda sonora:

objecto(s) de desejo:

pom-poms! (ou lá como se escreve)

power heels:

agora é respirar, regressar com mais energia, paciência (como se três dias tivessem o mesmo efeito de uma semana na praia, mas enfim) e… bom, a paciência não garanto. mas lá que planeio dormir que nem uma lontra, sim…

a wikipedia diz: in Mexico, piñatas are believed to have originated among the Aztecs, Mayans, and other native peoples of Mexico, who made clay pots in the shape of their gods. The pots were meant to be broken forcefully with poles and sticks, so the contents spilled to signify abundance or favors from the gods.

eu digo: as piñatas são algo que devia estar à porta dos escritórios e agências e sítios onde se trabalhe, de todo o mundo, após uma segunda-feira, para toda a gente poder expressar à paulada o que sente relativamente ao primeiro (ou segundo, whatever) dia da semana.

por estes dias, isto. interessada em contos desde “a mesa limão”, da menina-j.

O Que Sabemos do Amor é a versão original dos dezassete contos escritos por Raymond Carver e publicados, num formato alterado pelo editor, com o titulo De Que Falamos Quando Falamos de Amor pela Alfred A. Knopf, em Abril de 1981.


A fonte dessa edição – o seu texto base – é o manuscrito que Carver entregou a Gordon Lish, à altura o seu editor Knopf, na Primavera de 1980. O manuscrito, que Lish cortou em em amis de cinquenta por cento após duas reescritas linhas por linha, encontra-se preservado na Biblioteca Lilly da Universidade do Indiana. Os contos originais de Carver foram recuperados transcrevendo as palavras que este bateu à maquina e que estão escondidas debaixo das alterações e cortes que Lish fez à mão.


abençoada olá. nada como isto para animar uma sexta-feira em que ainda me faltam cinco horas de trabalho.

e agora vou para casa carpir as minhas mágoas.

Heart Lariat Necklace

suspiro. por agora, sold out.

para a praia ali ao lado ou um qualquer monte alentejano, para nova iorque ou sevilha, cuba ou marrocos, cabo verde ou londres. para o café da esquina beber imperiais e comer tremoços e amendoins, para a baixa passear de sacos na mão, para casa dos pais receber mimo e conforto. para uma pousada perdida no meio do nada, ou ainda uma piscina perdida no meio do nada, ou ainda – melhor! – uma cama perdida no meio do nada. dar um pulo ao brasil e um salto a copenhaga, ir ali ao porto comer uma francesinha, ou a braga ver a sé. passear devagar pelos passadiços da costa nova e barra, ou de espinho ainda, comer gelados em alvalade ou cascais, ir a feiras e feirinhas, exposições e museus. vamos dar um salto à caparica, à sereia ou outra. vamos à comporta, a setúbal, à costa vicentina. vamos estando, ficando. vamos fugir.


(mais uma) casa de banho de sonho (que não é a minha, claro).

pretty packaging.

esta t-shirt.

este cardigan.

um poster a ter na minha futura casa. com uma moldura branca, pousado no chão ou em cima de um aparador.

e duas saias (eu a-d-o-r-o saias) de jonathan saunders no outnet.

jantar fora ontem + jantar fora hoje = um fim-de-semana descansado, em casa, a dar uma ordem na confusão geral, dormir bastante, e talvez me aventure a estudar para a tese. talvez.

ah:

quem se dá ao trabalho de inventar pequenos guarda-chuvas que protegem os sapatos da chuva, palhinhas com lábios desenhados, lençóis com réguas impressas (“estás DOIS centímetros no meu lado, SAI!”) e coisas destas, devia inventar um autocolante que se possa colar à parte de baixo do tampo da sanita (o de baixo) a dizer “fecha-me, pá. a sério.” for your dude, with love.