assim, depois de cada dia de trabalho desde o início de abril. é ver-me a cair por aqui abaixo (trabalho num décimo andar, o que por vezes poderá não ser saudável…) se não parar de dizer “sim” às chefias. digo “não” a tanta gente, a tanta coisa, sou tão senhora do meu nariz em tudo, e quando é para dizer “sabe, eu gostava de poder trabalhar esse evento mas os 9 clientes que já tenho já me deixam sem tempo para respirar, e sabe que respirar é essencial, diz-se por aí, para além de eu estar exausta, sem férias desde agosto, rabugenta, com alergias e a dormir mal”… digo apenas “ok.”

tansa.

e sem bolos em casa, ainda por cima.