para a praia ali ao lado ou um qualquer monte alentejano, para nova iorque ou sevilha, cuba ou marrocos, cabo verde ou londres. para o café da esquina beber imperiais e comer tremoços e amendoins, para a baixa passear de sacos na mão, para casa dos pais receber mimo e conforto. para uma pousada perdida no meio do nada, ou ainda uma piscina perdida no meio do nada, ou ainda – melhor! – uma cama perdida no meio do nada. dar um pulo ao brasil e um salto a copenhaga, ir ali ao porto comer uma francesinha, ou a braga ver a sé. passear devagar pelos passadiços da costa nova e barra, ou de espinho ainda, comer gelados em alvalade ou cascais, ir a feiras e feirinhas, exposições e museus. vamos dar um salto à caparica, à sereia ou outra. vamos à comporta, a setúbal, à costa vicentina. vamos estando, ficando. vamos fugir.