“oh meu deus não consigo dormir. eu não vou dormir. que luz é aquela? ai que a cena final não me sai da cabeça. mas porque é que me deixaste ver isto!? sim, eu sei que fui eu que quis mas caramba. mas é bom, é. nunca mais o vou voltar a ver, no entanto. juro. bolas não me sai da cabeça. não vou dormir, eu não vou dormir…”

dois dias depois: “uhhhh. há um segundo…”

nunca aprenderei.