Archives for the month of: Novembro, 2010

se eu podia ser quem sou sem feriados pelo meio?

não.

de uma boa notícia num dia das mentiras até ao dia em que andei numa pilha de nervos, a ligar imensas vezes, a perguntar se estava tudo bem, com o coração apertado e cheio de esperança, correu um ano rapidinho. coisas bonitas para eles, para ela, para ele, daqui. parabéns, ruindade do meu coração.

 

(ai, fosse eu assim)

(arranja-se sempre espaço no armário)

(e a vista seria…)

*e já não era sem tempo, livra.

dar graças a; agradecer; apreciar – tenho-me esquecido disto (e os americanos hoje inspiraram-me), presa nas coisas que correm mal e que me prendem os ombros ao chão. portanto, dou graças por…

– família e amigos

– a minha casa, os meus livros, o meu sofá, o meu casulo

– manhãs frias de inverno

– chocolate kinder (bom… chocolate no geral)

– o escurinho do cinema

– a vista do topo do décimo andar, da janela da agência, que me ampara nos dias piores (e me inspira a saltar nos mesmo maus! talvez me deva mudar para o rés-do-chão nos próximos tempos…)

– revistas com sugestões de natal e cheirinho a perfume

– calendários do advento (já está quase)

– o final deste ano, e a esperança no próximo (nunca aprendo)

– malhas e meias e luvas e cachecóis quentes

– doces de natal

– voltar a casa para o sorriso da minha mãe e torradas quentes

– horas perdidas de nariz enterrado nos livros

– o cheiro as castanhas

– o “bom dia menina” do senhor do café

– cb :)

é só começarmos a pensar com a ponta dos dedos.

porque nunca é natal sem a mariah e sem os wham, ora.

um dos clássicos. sempre.

no meio do ibuprofeno e do cêgripe só me apetece esta banda sonora e um chocolate quente, um sofá, um bom filme ou um bom livro…

era isto e respirar pelo nariz. isso é que era.

esta foto que já não sei onde vi.

uma holiday season que de repente se adocicou.

isto, que não me tem saído da cabeça.