Archives for the month of: Janeiro, 2011

… presentes de aniversário (muito) atrasados, ninguém tem para me dar? ou meras expressões de generosidade?

daqui. damn you, pipoca.

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para segunda-feira, nem está mal de todo. claro que houve aquele incidente de manhã em que paguei duas vezes o imposto de circulação do carro, porque da primeira usei a referência do ano passado (“olhe que não foi a única, deixe lá”). mas depois disso, e depois da sensação de despachar trabalho a metro, ainda está sol e descobri um blog fabuloso.

ora para quem, como eu, passa muito tempo online (seja a trabalhar ou a vadiar), descobrir um blog que de repente nos atinge com uma tal quantidade de eye candy que é difícil acreditar que os nossos olhos não se tornaram em caricaturas de rebuçados e arco-íris… bom, é importante, digamos assim. para mim.

ora então cá vai. tomboy style. happy monday!

 

grande ideia da rtp.

aqui.

TENHO UMA BLUSA IGUAL
O maior grupo de distribuição de moda do mundo tem sede em Arteixo a 15 quilómetros da Galiza.
O complexo tem perto de um milhão de metros quadrados, onze fábricas, um centro de logística, um centro comercial piloto e atelier com trezentos estilistas.
Emprega noventa e dois mil trabalhadores, cinco mil são portugueses.
Entre as oito marcas do grupo está a gigante Zara é um caso de sucesso estudado nas mais prestigiadas universidades.
Grande parte da produção é feita a Norte de Portugal.
Foi Amâncio Ortega que criou este império, começou como moço de recados numa camisaria, hoje é o homem mais rico de Espanha, tem uma fortuna avaliada em dezoito mil milhões de euros.
Nunca deu uma entrevista e nunca teve um escritório.
O Linha da Frente mostra-lhe, em exclusivo, os bastidores deste negócio gigante e conta-lhe porque é que Portugal e Espanha cresceram de forma diferente no que diz respeito ao vestuário.
De um lado a aposta nas marcas, do outro a aposta na produção.
Seguimos ainda uma blusa desenhada na Corunha produzida, em Braga e vestida em Roma.
Nesta viagem mostramos-lhe a globalização da moda.

daqui.

 

pois é. tese, here I come.

então: aparentemente poderá existir uma explicação, segundo o meu adorável e muito paciente oftalmologista, para eu:

– ter de me forçar a focar as coisas

– ser meio disléxica a teclar

– achar que o carro não cabe num lugar quando tem espaço para carro e meio

– fazer mil e uma manobras por achar que o carro não passa quando tem para aí meio metro de espaço

– ter basicamente zero equilíbrio (o que torna a parte dos alongamentos na ginástica nada relaxante, digo-vos)

– estar constantemente a chocar com coisas que já lá estão e por lá irão sempre ficar – ombreiras de portas, por exemplo.

tem a ver com o meu raciocínio espacial e com o facto de os meus lindos olhos, embora funcionem bem individualmente, tenham alguns problemas em conjugar-se (mind VS heart, olho esquerdo VS olho direito, adoro ser tão coerente).

ou isso ou sou apenas muito naba.

e muito embora eu não queira necessariamente ter um problema (já uso óculos o dia todo) que requereria trocar de lentes para umas maiores, tenho algumas ideias giras

(eu até pisava os meus óculos, de que ando tão farta, acidentalmente… mas para compras assim mais para o caras tenho alguns princípios… damn it.)

 

 

note to self: arranjar tempo no fim-de-semana para ir respirar o mar.

So you failed. Alright you really failed. You failed. You failed. You failed. You failed. You failed. You failed. You failed. You failed. You failed. You failed. You failed. You failed. You think I care about that? I do understand. You wanna be really great? Then have the courage to fail big and stick around. Make them wonder why you’re still smiling.


Sadness is easier because its surrender. I say make time to dance alone with one hand waving free.


(.)


 

… grande ideia do sevilha.

 

Canada’s Baffin Island Inuit “use the same word—’uvatiarru‘—to mean both ‘in the distant past’ and ‘in the distant future.’

Time, in such cultures, is always coming as well as going.”

provavelmente o que de melhor li hoje. e porque todos nos debatemos com o que veio, já foi ou poderá ser.

daqui.