ontem apercebi-me verdadeiramente da dormência dos últimos dois meses. houve muitas razões para isso; razões válidas, carregadas de peso e sobriedade, razões sérias e de sobrolho franzido, espreitando todo o espaço daquilo que não foi e podia ter sido. boas razões, portanto. mas o tempo para mergulhar de olhos fechados terminou.

vou antes encaixar-me, definitiva e simplesmente. equilibrar-me. ênfase no “-me”.

(porque os meus dias devem tanto ao equilibrismo)