Archives for the month of: Junho, 2011

despedidas de solteira, casamentos, viagens, férias, praia e piscina, e um amor recém-descoberto por gin tónico.

esta sensação:

foto: Tim Barber, para a revista Muse.

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… is a friend indeed*. e esta é mais que minha irmã. é por isso que venho ser pedinchas: votem aqui, vá lá vá lá vá lá vá lá.

mercis, muitos.

*ou a versão mais popular, segundo esta minha amiga (VÊEM porque é que gosto tanto dela?): a friend with weed is a friend indeed. gotta love her.

parto hoje para uma despedida de solteira de uma amiga em vilamoura, que vai durar o fim-de-semana todo.

a julgar pelo teor dos emails com que andamos a combinar a coisa, é provável que não consiga regressar.

ou regressar inteira, pelo menos.

caso isso aconteça, já sabem onde me ir buscar.

lots of love.

– quando há uma travagem intensa, os pneus podem criar bolhas de ar quente, fazendo com que o carro solte uns queixumes que levam à chamada de um reboque ao engano (“mas o seguro não cobre pneus novos?? não? então pode trocar-me este…? e agora só podemos ir a 80?!”). moral da história: quando uma viagem começa assim na primeira meia hora, só pode acabar bem;

– “sabiam que a taxa de suicídios em odemira é a mais elevada do país?”

– a dona rosa, que mora em malavado, é a pessoa mais amorosa do alentejo. o esquentador da dona rosa, no entanto, é provavelmente o electrodoméstico menos fiável da história. pelo menos aprendemos todas a ser ecológicas e a tomar banhos de dois minutos, não mais, até porque a aranha que vivia na casa de banho se dava ares de proprietária e começava a perder o medo e a passear nos azulejos;

– o alentejo tem efeitos secundários: basta ver pelo Sargo, personagem da zambujeira do mar, dono do “espera-me entrando”, e pelo facto de percebermos apenas metade do que ele dizia. botox na boca, metade do cérebro queimado, podia ser muita coisa… mas lá que era divertido, era;

– o senhor da oficina de são teotónio é um amor;

– quem disse mal de beber álcool na praia nunca experimentou caipirinhas ao sol depois de um susto “ai que iamos morrendo na autoestrada”;

– o osso humano é cinco vezes mais forte que o aço; eu consigo desenhar a península ibérica com um arame; o party & co é viciante;

– “é que não há nada em volta. podemos despachar-nos? tenho medo de florestas à noite.”

– “vamos ir embora?”

– para se chegar à praia da amália são precisos uns dez minutos de corta mato por uma floresta (ui, adorei); com direito a lama, pseudo escadas de madeira, e vislumbres de cobras pelo caminho. a cascata de água doce compensa;

– apanhar lapas é um crime; apanhar lapas com cartões multibanco é uma arte (já dominada);

– perante as placas: “monte? mas qual monte? ah: sardanito. estamos bem, já não estamos perdidas. mas qual monte?”

– ir para praias onde não há rede de telemóvel equivale a seis meses de terapia (zambujeira, almograve, amália, carvalhal);

– existe uma música pimba cujo refrão começa por “miauuu miaauuu….”. true story;

– e finalmente: qualquer viagem deve acabar com quatro gajas a cantar a “time of my life” a plenos pulmões.

* aprende-se a ser feliz.

 

só pedia isto: paredes que são um tecto de vidro, a pele cansada do sol, um livro e o fim de tarde a morrer lá fora.

 

nos últimos dias perguntaram-me algumas vezes a mesma questão: o que é que tu queres? tens de decidir o que queres.

e não consigo.

sou a expressão máxima da bipolaridade. muita coisa se refez e desfez nos últimos meses, embora já comece a ver o fim deste processo. nunca lutei tanto para me recuperar como agora. ainda não estou lá mas já me sinto mais perto…

no fundo, o que quero é rir assim, de novo:

simples, não é? :)

para já contento-me com um cinema logo e praia longa amanhã……….

“First, Lord: No tattoos. May neither Chinese symbol for truth nor Winnie-the-Pooh holding the FSU logo stain her tender haunches. May she be Beautiful but not Damaged, for it’s the Damage that draws the creepy soccer coach’s eye, not the Beauty. When the Crystal Meth is offered, may she remember the parents who cut her grapes in half and stick with Beer. Guide her, protect her when crossing the street, stepping onto boats, swimming in the ocean, swimming in pools, walking near pools, standing on the subway platform, crossing 86th Street, stepping off of boats, using mall restrooms, getting on and off escalators, driving on country roads while arguing, leaning on large windows, walking in parking lots, riding Ferris wheels, roller-coasters, log flumes, or anything called “Hell Drop,” “Tower of Torture,” or “The Death Spiral Rock ‘N Zero G Roll featuring Aerosmith,” and standing on any kind of balcony ever, anywhere, at any age. Lead her away from Acting but not all the way to Finance. Something where she can make her own hours but still feel intellectually fulfilled and get outside sometimes and not have to wear high heels. What would that be, Lord? Architecture? Midwifery? Golf course design? I’m asking You, because if I knew, I’d be doing it, Youdammit. May she play the Drums to the fiery rhythm of her Own Heart with the sinewy strength of her Own Arms, so she need Not Lie With Drummers. Grant her a Rough Patch from twelve to seventeen.Let her draw horses and be interested in Barbies for much too long, For childhood is short – a Tiger Flower blooming Magenta for one day – And adulthood is long and dry-humping in cars will wait. O Lord, break the Internet forever, that she may be spared the misspelled invective of her peers And the online marketing campaign for Rape Hostel V: Girls Just Wanna Get Stabbed. And when she one day turns on me and calls me a Bitch in front of Hollister, Give me the strength, Lord, to yank her directly into a cab in front of her friends, For I will not have that Shit. I will not have it. And should she choose to be a Mother one day, be my eyes, Lord, that I may see her, lying on a blanket on the floor at 4:50 A.M., all-at-once exhausted, bored, and in love with the little creature whose poop is leaking up its back. “My mother did this for me once,” she will realize as she cleans feces off her baby’s neck. “My mother did this for me.” And the delayed gratitude will wash over her as it does each generation and she will make a Mental Note to call me. And she will forget. But I’ll know, because I peeped it with Your God eyes. Amen.” -Tina Fey

aqui.

dia da criança, sim. mas também feliz dia de riso, de não pensar demasiado, feliz dia em que acordei bem disposta pela primeira vez em muitos dias, feliz dia de sol e de estrear uma das saias novas, feliz dia de almoço na esplanada não tarda nada, dia apenas não mau e já por isso feliz.

o meu mood? o desta cena (tenho de rever o filme):